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Como um pardal

És frágil como um pardal,
E é tão difícil encontrar-te natural.
Uns dias animada,
Outros desesperada!
E nos altos e baixos da vida,
passas mais tempo ansiosa.
Muitas vezes perdida, iludida,
devias ser mais cautelosa,
procuras felicidade,
mas escondes a verdade.
E encontrar-te num qualquer canto,
já não é espanto.
Mostra-me a mulher honesta,
que não é egoísta,
que procura felicidade,
e constrói verdade.
Pois na mentira,
ficas perdida!
Fazes sofrer toda a gente,
e com isso pareces contente.
Não queres a doença assumir
Então andas sempre a desequilibrar,
um dia pararás de sorrir,
pois não terás ninguém para te aturar.
Acorda antes que seja tarde,
pois se não assumes a verdade,
não conseguirás felicidade.
O pardal preso, morre, não suporta.
E tu sempre hospitalizada, quem aguenta?
Quem ama, acaba triste,
Não quer, mas desiste.
Só tu te podes salvar,
os outros podem-te ajudar,
Mas ao continuar, qual é a solução?
Colocar-te numa instituição.
Não queria ver-te tão cedo morta,
pois o pardal preso não suporta.


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